12 formas eficientes de evitar que o seu email seja considerado spam

Você sabe como evitar que o seu email seja considerado spam? É fundamental descobrir a causa dessa situação desagradável para dar a oportunidade de escolha aos seus destinatários, mesmo que seja para não ler as suas mensagens depois.

Há muitos motivos que levam o seu email à caixa de spam e as consequências, como você bem imagina, impactam diretamente a performance das campanhas de marketing.

O seu domínio pode perder credibilidade como remetente, a taxa de cancelamento de assinatura aumenta e você deixa de atrair mais pessoas para a órbita da sua empresa.

Portanto, se quiser ter mais resultados, temos que considerar soluções que levem o email à caixa de entrada.

Ao longo deste conteúdo, vou apresentar 12 motivos que levam o email para o spam. Em cada um deles vou te explicar, claro, a melhor forma de acabar com o problema.

Já adianto: não se preocupe quanto às soluções, porque você pode aplicar a maioria delas por conta própria.

Só algumas vão exigir um apoio extra da sua plataforma de email marketing. Sendo assim, basta tomar certos cuidados na hora de gerenciar a sua lista de email ou de construir a sua base de leads.

Se você envia milhares de emails por mês, pode conseguir um domínio personalizado e um endereço IP dedicado, para fortalecer a identidade do seu negócio e fazer que os provedores de email como UOL, Terra, iG, Gmail e Outlook, o conheçam.

Sem mais preâmbulos, vamos às 12 formas de evitar que o seu email seja marcado como spam. Prepare-se para adotar estas dicas e otimizar o desempenho das suas campanhas!

ÍNDICE

12 formas de evitar que o seu email seja considerado spam

Antes de destrinchar cada solução, vale a pena destacar alguns pontos, principalmente o funcionamento dos provedores de email.

Segundo um levantamento da empresa de segurança cibernética Proofpoint, a empresa detectou um pico de 10 bilhões de mensagens spam somente em dezembro de 2021. Embora a quantidade seja absurda, os provedores utilizam ferramentas próprias para detectar e isolar o email automaticamente.

Muitas vezes, esse processo considera os Internet Service Providers (ISPs na sigla em inglês, ou Provedores do Serviço de Internet em tradução livre) como a Claro e o UOL, e o machine learning.

E por quê isso é importante?

Se há uma inteligência artificial programada para checar padrões e isolar emails, o segredo é construir mensagens que não se comportem como um spam. Muitas vezes, o conteúdo original pode ser insistente e, portanto, taxado como spam por alguns usuários.

exemplo de caixa de spam no gmail

Essa marcação induz o algoritmo dos clientes de email a bloquear a entrega da sua mensagem ao grupo total de destinatários que você definiu na hora de automatizar a sua campanha de email marketing.

Hoje, considere que a IA dos provedores de email preferem usar esses padrões de avaliação para taxar um email como spam, mesmo que não seja, do que dar a oportunidade do lixo eletrônico chegar à caixa de entrada.

Agora sim, vejamos os motivos pelos quais um email é considerado spam e as táticas para evitar cada um deles!

1. Só entre em contato com destinatários que autorizaram os envios

A consequência de não respeitar o consentimento dos seus usuários é a caixa de spam. Não há meio termo quanto a isso.

Mesmo assim, ainda hoje você encontra as populares “malas diretas”, expressão muito conhecida entre os profissionais de marketing mais veteranos. Antes da internet ser popular, as empresas compravam e realizavam “malas diretas”.

Trata-se da compra de endereços de pessoas “potencialmente” interessadas no seu produto ou serviço. Ao ter essa lista genérica, as empresas enviavam diferentes mimos, como brindes, catálogos e revistas.

Atualmente, em vez de comprar endereços, as malas diretas anotam e entregam milhares de emails de usuários. Em comum, todos eles teoricamente são possíveis compradores do seu negócio.

Porém, com tecnologias como o aprendizado de máquina, os usuários que recebem muitos spams podem ajudar a encontrar empresas que agem desta forma.

Outro problema é a regulamentação de dados pessoais. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) classifica o email como um dado pessoal, isto é, pode ser relacionado ao indivíduo. Portanto, o negócio deve ter o consentimento para enviar conteúdos. Não é suficiente apenas deixar a opção de cancelar o recebimento das mensagens.

Aproveite o momento para conferir o nosso artigo sobre como adequar o seu email marketing à LGPD. É um guia completo, que traz todas as dicas necessárias para você jogar limpo na sua estratégia e evitar dores de cabeça.

Sendo assim, como organizar e respeitar todos esses pontos? Simples, com o apoio da sua plataforma de automação de marketing.

Para isso, não há segredo. É necessário respeitar o tempo, construir a sua base de leads sem pressa e armazenar todos os consentimentos durante o processo.

Então, sempre evite:

  • inserir emails de conhecidos na sua base de leads;
  • adicionar malas diretas na campanha;
  • apresentar termos de consentimentos pré-marcados;
  • utilizar base de leads de outras marcas, sem qualificação;
  • usar termos de consentimento não explícitos.

E vale a pena destacar que esse processo, mais demorado do que pagar por uma base de leads, rende excelentes frutos. Afinal, você segmenta melhor o seu público através de campanhas de captação de contatos. Logo, as chances de conversão se tornam mais altas!

Dica de craque: Em campanhas com público frio, aqueles leads que estão há meses sem contato, vale a pena considerar um email inicial de recadastro. Assim, o consentimento é atualizado e você não corre o risco de ser apontado por este usuário como um spam.

Dica de craque 2: Faça um trabalho de controle de consentimento. Ao evitar o envio de emails sem consentimento, dificilmente você será apontado como spams pelos contatos que recebem seu conteúdo. Consequentemente, a IA não deverá classificar o seu conteúdo como lixo eletrônico. Portanto, elimine os endereços das pessoas que não preencheram as suas regras de consentimento.

Dica de craque 3: Tome cuidado com os endereços de emails duplicados. No seu planejamento, é natural ter mais de uma lista de emails. Porém, ao ter contatos duplicados, o provedor de email pode notar o envio em massa e, como consequência, identificar o seu conteúdo como spam. Então, evite enviar uma mesma mensagem várias vezes por conta das diferentes listas de email.

Neste caso, a melhor solução é uma plataforma que checa esse tipo de conflito. Hoje, a GetResponse só envia emails para endereços únicos e não cobra por usuários duplicados nos planos pagos.

destinatários únicos nas listas de email getresponse

Dentro da nossa plataforma, você também pode gerenciar, armazenar e visualizar o consentimento dos contatos com os campos de permissão. Aqui está a tela que mostra a opção de criar campos com solicitações de consentimento específicas.

como criar campos de consentimento na getresponse

2. Crie um formulário de inscrição claro e direto

Para prevenir que o seu email seja catalogado como spam, não basta o usuário simplesmente consentir. A transparência sobre o que ele permite receber é igualmente fundamental na hora de construir sua base de contatos.

Ou até mesmo para evitar dores de cabeça com multas e advertências da Lei Geral de Proteção de Dados.

No Brasil, a LGPD define consentimento como a “manifestação livre, informada e inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada”.

Isso significa que o formulário de inscrição precisa ser claro e sem margem de dúvida.

Não adianta você falar com um amigo que disputa o mesmo segmento e pedir pela lista de contatos do email. Nessa história, a pessoa que pede a lista está errada por não ter o consentimento e o indivíduo que cede mente para o inscrito por ter informado isso antecipadamente.

Não há segredo quanto à falta de clareza nos formulários de inscrição. Então, só informe o que o lead pode esperar, como emails e ações de personalização de tráfego pago. Assim, inevitavelmente a sua reputação melhora e as chances de evitar o spam aumentam!

Dica de craque: acima de tudo, sempre seja transparente quanto à finalidade dos dados capturados. Não apenas o email, mas como qualquer dado sensível que possa ser associado a uma pessoa.

De um ponto de vista mais objetivo, você pode considerar a etapa de inscrição um pouco mais longa. Talvez surja o medo de afastar um potencial cliente devido ao formulário.

Porém, dar essas informações reforça a transparência e a seriedade da sua marca. Então, esse processo ligeiramente mais demorado rende bons frutos.

Na prática, a inscrição consegue ser feita em cinco etapas, como:

  • formulário de inscrição com detalhes sobre o conteúdo a ser enviado, como periodicidade e linha editorial;
  • formulário de consentimento completo;
  • convite para uma página de confirmação, como o email;
  • o link de confirmação definitivo;
  • saudação de boas-vindas ao novo contato inscrito.

Veja o exemplo da formulário de contato do Meio, uma newsletter que envia textos de notícias sobre temas variados. A descrição detalhada e criativa sobre o objetivo de cada mensagem reforça a credibilidade da marca e captar usuários realmente interessados.

formulário de inscrição para a newsletter do Meio

Dica de craque 2: se você tem diferentes newsletters, por exemplo, uma boa ideia é permitir que o usuário selecione especificamente aquelas nas quais quer se inscrever. Essa ação ajuda a diminuir a sua taxa de assinaturas canceladas no longo prazo.

3. Facilite o processo de cancelamento da inscrição

Entre as principais formas de evitar que o seu email seja considerado spam está a de facilitar o cancelamento da inscrição. Do mesmo modo que o usuário segue o seu conteúdo com poucos cliques, ele espera que o processo de anular a chegada de emails seja rápido.

Se isso não acontecer, o spam é praticamente inevitável.

Por exemplo, imagine que você inscreveu um gerente financeiro na sua base de leads, sem o consentimento direto do profissional. Para piorar a situação, os próximos conteúdos não terão um botão de descadastro de fácil acesso, forçando-o a receber a comunicação.

Inicialmente, ele procura pelo botão e uma instrução clara para cancelar a assinatura. Caso isso não aconteça, basta indicar o e-mail como spam, diretamente pelo provedor de email que use.

Depois desse passo, não há alternativas, senão consequências ruins à marca. A começar, a IA do provedor de email somará esse caso aos demais e poderá taxar o seu conteúdo como lixo eletrônico automaticamente. Outro ponto negativo é a perda definitiva de um possível lead qualificado.

Certo, então o que fazer para que o cancelamento da inscrição não me leve à caixa de spam? Antes de mais nada, considere os fatores abaixo e risque todos do seu processo.

  • Link de cancelamento escondido no rodapé do email;
  • link de cancelamento oculto com um texto da mesma cor do design, por exemplo;
  • formulário longo de solicitação de cancelamento;
  • processos de cancelamento propositalmente demorados.

Todos esses pontos são considerados pelos filtros de spam. Tenha atenção a esses riscos e facilite ao máximo a saída dos contatos que a solicitem. Quem sabe até voltem no futuro pelo fato de não terem enfrentado complicações no processo!

botão de cancelar assinatura no email
Este é um exemplo de botão de cancelamento de assinatura escondido no rodapé do email. Não recomendável!

Dica de craque: dê alternativas ao cancelamento definitivo. Às vezes, a rotina pede um pouco de distanciamento, mesmo dos bons conteúdos. Então, é interessante oferecer opções mais brandas, como a pausa por um determinado período de tempo.

Aplicando a dica anterior, você pode criar listas com contatos que preferem receber conteúdos a cada dois dias, uma vez por semana ou até uma vez por mês. Em todos os casos, você mantém o contato e evita perdê-lo em definitivo.

Dica de craque 2: caso a incidência do spam esteja alta, você pode mover o botão de descadastro para o topo. Assim, os inscritos terão a oportunidade de cancelar a assinatura e não mover o conteúdo à caixa de spam. Porém, antes, experimente as dicas deste conteúdo. 

4. Escolha uma plataforma de email adequada

Você precisa utilizar um ótimo software de email marketing para todos os envios.

Hoje, há muitas opções para automatizar fluxos de email, contudo, existem muitos cuidados que antecedem essa tarefa.

O spam significa “Sending and Posting Advertisement in Mass” (em tradução livre, Enviar e Postar Publicidade em Massa). O envio em larga escala para milhares de usuários em um clique pode ser facilmente considerado como um spam.

Para acompanhar e evitar que essas mensagens sejam erroneamente classificadas como spam, os filtros de email têm um papel indispensável.

Considere o nosso serviço de automação como exemplo.

A GetResponse oferece um IP compartilhado aos clientes — ou dedicado no plano MAX, assim como outras plataformas. No entanto, o nosso diferencial está no processo de controle da reputação, facilitando a gestão da empresa e os interesses das suas bases de contatos.

Todo esse cuidado extra facilita na hora de encontrar endereços inativos, digitados incorretamente ou mesmo que estão prontos para cancelar. A partir disso, evitamos que alguém da sua lista de email considere o seu IP como spam. Como consequência, a taxa de conteúdos enviados à pasta de lixo eletrônico cai.

Em paralelo, trazemos recursos que avaliam o nível de engajamento, algo que ajuda bastante na hora de importar contatos. Hoje, a GetResponse atribui pontuações de engajamento e oferece ajuda no DomainKeys Identified Mail (DKIM) àqueles que usam seu próprio domínio.

Outro destaque que vale a pena observar é a associação com organizações antispam e provedores.

Atualmente, a GetResponse tem parcerias estratégicas com Messaging, Malware e Mobile Anti-Abuse Working Group (M3AAWG), Email Experience Council (EEC), Certified Senders Alliance (CSA) e Email Service Provider Coalition (ESPC), antecipando soluções de combate a ataques como o phishing.

Todos esses pontos podem ser novidades para você, mas tenha a certeza de que os nossos clientes já sabiam e estão tranquilos quanto à proteção que recebem contra as caixas de spam.

tela para configurar o mecanismo DMARC na GetResponse
Tela de configuração do DMARC na GetResponse.

Dica de craque 2: Não complique a codificação do seu email. Não é raro encontrar desenvolvedores que projetam emails com códigos HTML do zero. Embora dê mais trabalho, você monta o email conforme desejar. Mas há um risco: os códigos quebrados acabam no lixo eletrônico.

Uma boa alternativa é buscar um desenvolvedor front-end para criar o seu email de forma especializada, porque é um estilo de design muito diferente dos sites.

Ou melhor ainda, busque um editor de email marketing drag-and-drop, como o que temos na GetResponse. Com ele você pode elaborar mensagens de alto nível visual para diferentes dispositivos (celulares, tablets e computadores), sem incomodar os seus designers ou programadores.

Basta arrastar e soltar os componentes que quiser adicionar, modificando os templates grátis de email como preferir.

Para fechar com chave de ouro, vem a garantia de que esses modelos customizáveis foram configurados pelos nossos especialistas para que tenham uma ótima aparência no Outlook, Gmail, Yahoo e qualquer outro provedor de email clássico.

modelos de email marketing disponíveis na plataforma da getresponse
Aqui estão alguns dos modelos de email que você encontra na biblioteca da GetResponse.

5. Evite o uso de domínios gratuitos

Você automatiza o envio de emails com domínios gratuitos, como Gmail, Hotmail, Outlook, UOL e iG, nas suas campanhas?

Antes de mais nada, ressaltamos que essa prática não chega a ser um empecilho, mas não a recomendamos porque a rastreabilidade fica mais difícil. 

Acontece que os filtros tendem a rejeitar emails em massa com domínios gratuitos, afinal, fica mais difícil detectar e definir a reputação de modo individual.

Inclusive, você imagina que algum golpista compraria um domínio próprio e arriscaria ser encontrado? Claro que não! Ele preferiria usar um domínio gratuito e muito mais difícil de ser rastreado.

Portanto, utilizar um Outlook para enviar conteúdos, mesmo de forma propositiva, coloca você lado a lado com pessoas fraudulentas, que enviam spams de modo intencional.

Felizmente, a solução é bem simples.

Crie um email com um domínio ou subdomínio para o seu negócio. Uma vez configurado, utilize-o para enviar quantas campanhas de email quiser.

exemplo de domínio customizado de email da getresponse

Porém, todo o processo de reputação demora e cresce lentamente. Na prática, a cada novo clique e intenção de seguir recebendo os conteúdos, os filtros identificarão e darão mais credibilidade ao seu domínio.

Caso você já tenha uma grande base de contatos, é interessante enviar emails aos poucos. Caso envie dezenas de milhares de emails sem uma reputação adequada, os filtros se perguntarão como um domínio tão recente possui milhares de contatos? Consequentemente, muitos conteúdos serão destinados ao spam.

6. Gerencie a frequência de envios

Naturalmente, você deve se perguntar “e se eu enviar quatro emails durante a semana?”. É uma forma de pensar, afinal com toda a certeza as chances do seu conteúdo ser visto seriam maiores. Porém, ao mesmo tempo, aumentam as chances de cair na caixa de spam.

Enviar uma quantidade massiva de emails é a forma mais comum de sucumbir.

Isso acontece porque os assinantes veem o conteúdo e, inevitavelmente, tendem a ignorá-lo. Logo, os ISPs identificam o seu conteúdo como lixo eletrônico e o movem de imediato à pasta de spam.

A alternativa é enviar emails com intervalos maiores, como dois meses ou mais? Não, porque assim a sua marca pode ser esquecida e até ser classificada como spam quando um novo conteúdo surgir. E caso o destinatário não abra o seu conteúdo, ele fica sem nenhum conteúdo por muitos dias.

Especialmente nos intervalos mais altos, há ainda o risco de os ISPs se assustarem com o pico de envios do seu domínio. Com isso, o envio de milhares de mensagens num único dia provoca limitações de envio, taxas mais altas de rejeição e envios ao spam.

Dica de craque: Considere o intervalo ideal com base nos KPIs (indicadores-chave de performance, em tradução livre) da sua campanha. Então, observe as taxas de cancelamento, a quantidade de cliques, porcentagem de rejeição, etc. Todas essas ajudam a encontrar o nível de interesse e saber quando diminuir ou aumentar a frequência de conteúdo. Em todos os casos, lembre-se de avisar sobre a periodicidade dos emails logo na inscrição.

Dica de craque 2: Como aumentar a frequência de emails sem causar desconfiança dos ISPs? Refine mais a sua base de contatos e crie uma lista de assinantes mais engajados. Deixe de fora os contatos com mais chances de ignorar a nova frequência. Desse modo, você pode gerar mais interesse e, acima de tudo, manter os assinantes engajados, mesmo no intervalo mais curto de conteúdo.

Em essência, o número de envios por semana ou mês sempre dependerá da sua estratégia, do perfil e das preferências dos seus assinantes.

Veja o exemplo do The News, uma newsletter brasileira que se popularizou justamente pela proposta de entregar todos os dias um resumo bem escrito das notícias mais recentes.

Nesse caso, o fato de receber um email por dia do mesmo endereço provavelmente não vai levar ao spam, porque desde o princípio o usuário sabe que essa é a característica daquela newsletter.

the news exemplo de newsletter

7. Realize uma limpeza constante das suas listas de contatos

Sabe quando você começa um namoro novo? Antes de seguir em frente, você tem fotos, vídeos nas redes sociais e outras diferentes recordações. Tudo isso precisa ser apagado caso queira seguir em frente e ter uma experiência positiva. No marketing, não é tão diferente assim.

A manutenção da lista de contatos não é um termo ouvido sempre. Pelo contrário, poucos profissionais têm o hábito — ou até o tempo livre — para realizar essa rotina de correção.

Na prática, a manutenção da lista de contatos consiste em ver quais contatos estão realmente engajados, quais têm se afastado da conversão ou decidiram ignorar os emails em definitivo.

Especialmente no último critério, os assinantes que perderam o valor comercial estão entre os mais importantes a excluir.

Além de não fazerem mais parte da sua estratégia, eles podem comprometer os próximos conteúdos. Inclusive, vale a pena destacar que emails falsos ou deliberadamente errados são pesos-mortos na sua comunicação. Então, livre-se deles.

Tá, mas vale a pena o esforço em fazer a gestão dos leads? Sim!

A rotatividade do email é algo natural e bastante positiva, afinal, demonstra que mais e mais leitores têm sido impactados pela sua campanha e podem em algum momento efetuar uma compra da sua empresa. Acima de tudo, isso também torna a sua campanha mais barata.

Acontece que os leads ativos e emails enviados têm um custo às empresas. Logo, um email que não traz retorno agora e nem no futuro não se mostra interessante.

Por outro lado, esses assinantes desinteressados têm mais chances de levar os seus conteúdos ao lixo eletrônico. Logo, ficar livres deles evita que mais contatos apontem seus emails como spam aos ISPs. Portanto, é uma forma a menos de ter emails no spam.

Certo, mas então como realizar a gestão das listas de email?

Simples, certifique-se de vistoriar a sua campanha de ponta a ponta. Quer dizer, veja as landing pages até o momento do ranqueamento mais alto de engajamento. Ao revisitar os dados coletados, você avalia e tem insights do nível de engajamento.

Outro modo igualmente útil é criar campanhas esporádicas para aquecer o público frio. Para começar, um novo formulário de consentimento se mostra indispensável. A partir desse filtro, você, como diz o ditado popular, separa o joio do trigo.

Futuramente, essas ações pontuais de manutenção aumentam os resultados, porque você deixa apenas os contatos com chances reais de conversão.

Além disso, os números tendem a melhorar e as chances de você cair no spam diminuem.

Dica de craque: Se você esquecer da manutenção da sua lista de contatos, inevitavelmente os cancelamentos de inscrições, a queda de KPIs importantes e as marcações de spam se tornam mais comuns. Felizmente, estruturar campanhas para aquecer públicos desengajados é uma forma fácil de evitar esse risco.

A GetResponse traz fluxos de automação de marketing já pré-definidos. Assim, é possível implementar uma campanha de reengajamento sem muito esforço. Como vimos até aqui, ela se torna indispensável para manter o nível de excelência dos leads sempre alto.

exemplos de fluxos para criar emails automatizados na plataforma da getresponse

Veja como fica na tela um fluxo padronizado de automação como os que ilustramos acima:

modelo de fluxo de automação de email na plataforma da GetResponse

Se esses fluxos não funcionarem, você vai ter de decidir se quer remover tais inscritos da sua lista para sempre ou tentar uma campanha de retargeting com eles em outro canal.

Na GetResponse, você pode alcançá-los facilmente com anúncios do Facebook, já que estão 100% integrados com as listas e os segmentos de email.

Tenha em mente que não existem regras incontestáveis para definir quando um contato deve ser identificado como inativo. Toda empresa precisa desenvolver a sua própria “Política de Inatividade”, pois ela é muito influenciada pelo ciclo de vendas e a frequência de envios.

No ecommerce, por exemplo, alguns destinatários ficam inativos durante a maior parte do ano, mas conferem suas caixas de entrada para encontrar cupons de desconto e promoções em épocas específicas, como o Natal, a Páscoa ou a Black Friday.

8. Não use imagens em excesso

Entre as formas de evitar que o email seja visto como spam, poucas se destacam tão bem quanto o equilíbrio entre imagens e textos.

Com redes sociais, blogs e canais de vídeo, o uso de imagens, apresentações, GIFs e agora até faixas de áudio é comum e muito natural. Acima de tudo, não gera nenhum prejuízo aos seus respectivos canais de publicação. Porém, no email, a história é outra.

Em resumo, é possível usar de tudo um pouco no email, mas a prioridade continua no texto.

Caso você dê prioridade às imagens, por exemplo, há uma consequência: maiores chances de parar na caixa de lixo eletrônico do seu destinatário.

Especialmente em nichos mais visuais, como design e moda, é comum utilizar um email abarrotado de imagens. Às vezes, até com uma imagem do começo ao fim, com pouquíssimo texto. Inclusive, o email acaba na própria imagem e assim todo o conteúdo segue aos remetentes sem nenhuma palavra escrita.

exemplo de email com muitas imagens

Teoricamente, isso seria uma boa estratégia. Afinal, a experiência do usuário tende a ganhar e o propósito do texto é ser lido, seja no corpo do email ou numa imagem. Porém, há dois problemas.

O primeiro é o seguinte: se você não incluir um texto alternativo (alt text) para descrever a sua imagem, os sistemas leitores de tela terão dificuldades para interpretar o conteúdo dela.

Além disso, a sua mensagem pode ficar com uma aparência ruim se não tiver o alt text, porque vários provedores de email bloqueiam automaticamente as mensagens que não o incluem.

O outro assunto é até mesmo mais delicado.

Acontece que os provedores de email tendem a ignorar conteúdos com muitas imagens. A razão? As peças de design são mais pesadas e estressam mais a filtragem dos ISPs.

Logo, essa dificuldade extra resulta em maiores chances de ter o conteúdo na caixa de spam. Inclusive, dependendo do peso da mensagem, pode ser que ele nem chegue à caixa de entrada ou que não carregue automaticamente, aparecendo com as imagens quebradas.

Certo, então isso significa que todos os conteúdos diagramados puramente com artes acabam na caixa de spam? Não, não chega a ser assim. Não é preciso extinguir as fotos e imagens em definitivo para evitar que o email caia na caixa de spam.

O resultado depende muito do peso da imagem. Mesmo assim, o engajamento do assinante pode dar confiança aos ISPs e fazê-los abrir uma exceção e entregar o conteúdo, apesar do excesso de imagens.

Além disso, os filtros também consideram a quantidade de texto à mostra no conteúdo. Quer dizer, quanto maior é a proporção de texto em relação à imagem, melhor fica a avaliação do email.

Uma curiosidade: isso acontece porque as pessoas que enviam spams preferem imagens clicáveis à texto. Ao contrário das imagens, os padrões de textos são mais fáceis de identificar como lixo eletrônico.

Outro ponto válido no seu checklist diz respeito às versões HTML e de texto dos conteúdos. Elas precisam fazer sentido a fim de não causar nenhuma desconfiança entre os ISPs.

Então, se eu enviar apenas textos está tudo bem? Não necessariamente.

O ideal é utilizar ao menos uma imagem, seja no topo ou no corpo do conteúdo. Em todo caso, você tem a opção de utilizar GIFs se forem adequados para o seu nicho.

O que fazer quando o meu negócio depende de imagens, mas o email acaba sempre no spam?

Certos nichos não têm alternativa senão utilizar as imagens para divulgar novos produtos ou serviços. Em casos assim, o email marketing se torna um canal ligeiramente mais difícil, porque os conteúdos, quando pesados, podem parar na caixa de spam.

A alternativa é utilizar uma plataforma de email marketing que realiza a compactação automática do tamanho da imagem.

Na prática, você adiciona imagens dentro da plataforma, que as recorta e comprime para que o email fique mais leve. Na GetResponse você pode carregar o editor de imagens da plataforma, salvar as suas figuras lá e incluir as versões compactadas nos seus templates.

Se tiver algum software de edição de imagem disponível, opte pelo formato de JPEG e também por ativar o formato “exportar em versão web” na hora de exportar. Deste modo, a imagem fica muito mais leve.

Dica de craque: Não precisa acrescentar informações de pouco valor no seu email com o propósito de melhorar a proporção de texto e imagem. No rodapé, por exemplo, você pode adicionar links de descadastro, informações de contato e outros conteúdos úteis, como formulário de consentimento, sobre a empresa, etc.

9. Impeça o envio de links para domínios suspeitos

Você já parou para pensar nos links externos do seu email?

Os links externos são hiperlinks para outros sites. Seja o seu, de notícias, de imagens, entre outros tantos exemplos, esses domínios impactam na percepção do seu email. Caso utilize um ou mais links suspeitos, crescem as chances de ter o email encaminhado para o spam.

Essa informação costuma passar despercebida entre os profissionais de marketing. Acontece que os filtros de spam e ISPs avaliam a qualidade dos links externos, além das imagens, dos códigos, entre outros pontos que apontamos até aqui.

Isso significa que, ao utilizar links com má reputação ou sem um protocolo de segurança adequado, o seu email acaba sendo o principal prejudicado.

Felizmente, essa é uma correção fácil. Veja estas dicas:

  • faça hiperlinks para sites com prestígio e confiáveis em suas áreas de atuação;
  • evite utilizar hiperlinks encurtados (com dois ou mais redirecionamentos);
  • não use encurtadores de link pouco utilizados (suspeitos);
  • baixa proporção de texto para link. É ideal evitar expressões como “clique aqui” e usar outras que contextualizem melhor o conteúdo linkado;
  • muitos links diferentes e de baixa qualidade.

Do mesmo modo que o texto pode conter links, as imagens não saem do olhar atento dos ISPs. Portanto, ao inserir links nas imagens, você precisa tomar cuidado com a qualidade do site. Caso contrário, a última parada do email será a caixa de spam.

Em relação a como avaliar o nível de autoridade do site, escolha grandes portais de notícias e também links externos para páginas com criptografia SSL, no mínimo. Outro ponto: lembre-se novamente da proporção de texto para links.

Dica de craque: O Spam Check é uma ferramenta integrada à GetResponse e, como o próprio nome sugere, analisa os emails a serem enviados a partir da ótica dos próprios filtros de spam. Uma vez ativado, o recurso busca por problemas que impactam na sua entrega.

A pontuação mostra quando o seu conteúdo está pronto para ser enviado e com a menor chance de cair na caixa de spam dos leads. Caso o sinal verde não surja, é possível alterar o email em tempo real até encontrar o link ou mesmo a falta de conteúdo.

verificação de spam da getresponse
Exemplo de mensagem que passou pela verificação automática de Spam da GetResponse.

Os ISPs recorrem aos textos simples para verificar os conteúdos na versão não HTML do conteúdo. Uma vez avaliada e autenticada, o Spam Check abaixa em até 1,1 ponto na sua pontuação final.

As plataformas trazem esse recurso separadamente aos clientes em muitos casos. Com exceção da GetResponse, que adiciona automaticamente o texto simples em todos os emails em HTML.

10. Pratique o jogo limpo na sua estratégia

Lembra quando falamos da mala direta? Ela ainda é popular e todo profissional pode ficar encantado com a promessa de 10 mil leads perfeitamente segmentados e interessados numa oferta idêntica a sua.

Não há como julgar quem fica cambaleando com uma oferta dessa, mas ela não passa de uma armadilha que gera prejuízos a sua campanha de email marketing.

Nos dias atuais, os profissionais de marketing não devem aumentar os KPIs ou ficar mais próximos da conversão a qualquer custo. Quem aplica práticas como essa tende a perder cada vez mais espaço, dadas as consequências de campanhas apressadas e sem planejamento.

Mesmo que dessa lista de 10 mil contatos existam 2 mil potenciais compradores, você não tem o consentimento para enviar o email. E ele pode não ser realmente quem a empresa que vendeu a lista de email diz ser.

Outro ponto sobre o cumprimento das regras diz respeito às normas intrínsecas de formalidade.

Sabemos que há certos gatilhos para chamar a atenção dos usuários e mantê-los ligados por um breve período. No entanto, a longo prazo, esses atalhos terão um impacto negativo nas suas campanhas.

Caso você não conheça esses truques, pense na dinâmica do seu próprio email. Se você recebe uma mensagem e já no título há “ENC: “, “RE: ”, e mais, obviamente vamos olhar e tentar entender do que se trata. Porém, também devemos concordar que isso é desleal com os assinantes, afinal simulamos ser como colegas e parceiros.

O email marketing traz muitas possibilidades, inclusive a de fingir que o seu conteúdo é mais urgente do que realmente é.

Essas técnicas de induzir os assinantes ao clique funciona e até pode trazer resultados. Mas não pense que isso se repetirá nos próximos emails.

Vale a pena destacar que as “frases de spam” não existem mais.

Por muito tempo, certos termos eram vistos como chamariz dos filtros de spam. Bastava utilizar um “compre agora” para que o conteúdo fosse classificado como lixo eletrônico. Felizmente, hoje essa forma de classificação está obsoleta e não chega a prejudicar a sua campanha.

Portanto, em vez de utilizar esses atalhos, pare, reflita e identifique frases que realmente chamam a atenção dos seus assinantes. Inclusive, não hesite em usar emojis nos títulos dos seus emails.

Porém, existem muitas táticas que você deve evitar. Veja algumas delas, trazidas pelo nosso Gerente de Entregabilidade, Martin Schwill, em entrevista ao site Econtent:

O que exatamente pode ser considerado spam atualmente? Em geral, os fundamentos ainda se aplicam. Um deles é o uso de listas de baixa qualidade, que não foram higienizadas e/ou cujos assinantes não deram o opt-in para receber as mensagens. Outros são o envio de conteúdo precário, segmentação imprecisa e a falta de tecnologias de autenticação confiáveis (SPF, DKIM, DMARC, por exemplo), já que todas continuam sendo gatilhos cruciais para a filtragem. Aprofundando um pouco mais no funcionamento atual dos filtros de spam, estes são alguns dos pontos que eles avaliam nos bastidores:

Se a mensagem é parecida com esquemas de phishing atuais ou clássicos.

Hashbusters: esses blocos de texto, que às vezes são invisíveis para o destinatário, costumam ser adicionados à estrutura do email em si para tentar ludibriar os filtros.

Esconder texto em comentários HTML ou com fontes, cores e fundos para diminuir a visibilidade deles.

Código suspeito ou incorreto.

A proporção de imagem e textos.

Dica de craque: agora que os filtros de spam são mais complexos, o seu foco deve ser o aumento do engajamento dos seus assinantes. Um dos melhores métodos para isso é a automação de email. Mensagens automáticas são enviadas como respostas às ações e preferências dos seus destinatários, o que explica as taxas de abertura e cliques acima da média que geram. Nos próximos trechos veremos outras táticas para engajar mais.

11. Otimize suas taxas de engajamento de email

Imagine o seguinte cenário: você escreve uma carta e a envia para dez colegas. Desses dez colegas, apenas um abriu a carta e, mesmo assim, não houve nenhum interesse em comentá-la, respondê-la ou sequer guardá-la. Logo, acha que vale a pena continuar escrevendo?

Os filtros de spam funcionam com uma lógica semelhante. Ao enviar emails aos seus inscritos, quanto menor for o nível de engajamento, maior é a chance de cair no spam.

Do mesmo modo, quanto maior for a interação, os cliques e o nível de participação, maior a chance de chegar à caixa de entrada e passar longe da área de lixo eletrônico nos próximos conteúdos.

Ainda assim, surge uma dúvida: como manter o nível de engajamento alto? A resposta é complicada, porque há muita diferença entre emails pouco envolventes e conteúdos excessivamente cautelosos.

Não há segredo para controlar o nível de engajamento, senão se planejar e utilizar conteúdos que entregam valor aos assinantes.

As formas de evitar o spam consideram as métricas da campanha de email marketing.

Entre alguns KPIs para ficar de olho, relacione a quantidade de abertura e a quantidade de cliques com a quantidade de mensagens enviadas. Dessa forma, você terá um panorama mais completo sobre o engajamento.

Caso esse índice esteja baixo, há algumas alternativas interessantes.

Antes de mais nada, realize a manutenção da sua lista. Como expliquei na sétima seção, tirar emails pouco engajados ou mesmo inativos favorece que apenas os contatos realmente participativos recebam as suas mensagens e interajam com elas.

Ainda nesse sentido, uma campanha para aquecer o público frio é indispensável, levando os assinantes mais fiéis a uma lista de contatos paralela.

filtros de engajamento na getresponse
Na GetResponse você pode filtrar suas listas para encontrar contatos com diferentes níveis de engajamento.

Também vale a pena olhar o processo de nutrição dos leads, com as táticas para que o assinante complete as etapas do funil de vendas. Em vez de ter um só fluxo de comunicação mais genérico, considere o nível de engajamento e diversifique as suas campanhas.

Acima de tudo, tente premiar leads fiéis com promoções relâmpago e conteúdos que realmente os recompensem em comparação com os demais.

Principalmente na campanha de nutrição dos leads, os emails mais acessados serão os de boas-vindas. Logo, muito do seu esforço deve ser direcionado a esse primeiro conteúdo, afinal, a primeira impressão costuma ser a mais importante.

Em números, o nosso relatório de benchmarks do mercado indica uma média de 80% de abertura e 25% no CTR (taxa de cliques) no email de boas-vindas. Tendo isso em mente, você pode usar esse momento oportuno para pedir a gentileza de marcar você como um remetente confiável.

E o que não pode ficar de fora do email de boas-vindas? Na teoria, esse primeiro contato requer apenas uma característica: ser literalmente o primeiro email!

Então, na hora de definir o seu fluxo, dê prioridade ao email de boas-vindas e reúna todas as informações mais importantes. Explique sobre a periodicidade do conteúdo, o que esperar, o formulário de consentimento na íntegra, entre outras mensagens que farão a diferença a longo prazo.

Por fim, segmente seu público em todas as campanhas para manter um discurso padronizado e evitar uma mudança no tom de voz dos emails. Portanto, quem ler o seu conteúdo não vai ser pego por algo genérico ou alguma oferta que não faça sentido.

Para isso, há diferentes alternativas, como as informações dadas pelos próprios contatos no momento da inscrição, a pontuação dentro do painel — se a plataforma de email marketing oferecer, as tags de acompanhamento, entre outros exemplos.

Esse afunilamento se reflete no nível de engajamento. Entre as técnicas para prevenir o spam, essa se destaca por também trazer mais oportunidades de conversão.

Dica de craque: o nível de engajamento do email é uma consequência direta de todo o seu planejamento. Logo, não ter uma estrutura adequada desde o princípio, afetará os seus resultados. Acima de tudo, aumentarão as chances de ter os emails destinados à caixa de spam. Para melhorar o nível de interesse dos assinantes, reveja seu plano de ação e siga todas estas dicas!

12. Confira o histórico do seu IP de envio e melhore sua reputação

Um dos motivos do email ser considerado spam pode ser o histórico de correspondência ruim. Neste caso, o IP, endereço responsável por identificar o seu domínio, é o causador do problema.

Como você viu ao longo de todo o conteúdo, repetidas vezes bati no conceito de reputação. Então, todos os emails enviados, ignorados ou mesmo taxados como spam pelos usuários, contribuem com o filtro dos ISPs. Logo, há um nível de negatividade difícil de contornar.

Para checar e controlar essa reputação invisível, o IP passa a responder pela percepção das antigas campanhas de email.

Então, ao ter um IP ou estar atribuído de algum IP com histórico ruim, isso se reflete em uma taxa mais alta de emails considerados spam.

Isso significa que preciso trocar de plataforma de email marketing? A solução não chega a ser tão brusca assim.

Hoje, tanto a GetResponse quanto outras plataformas utilizam IPs compartilhados ao enviar diferentes emails diariamente. Sendo assim, você não responde unicamente pelo histórico.

Logo, a reputação não é algo exclusivo seu, mas sim de diferentes IPs que são compartilhados entre si. Isso é necessário para que o tráfego de envio fique sempre equilibrado e todos os conteúdos possam ser enviados normalmente.

Excepcionalmente, se você tiver um IP dedicado por conta do alto volume de emails enviados, a alternativa pode ser trocar por um novo endereço.

Dica de craque 2: Para checar o histórico do IP utilizado e averiguar se ele está ou não em listas negras dos ISPs, há uma ferramenta online gratuita chamada de MXToolBox. No site, você precisa inserir o domínio e por fim esperar o parecer de diferentes ISPs.

ferramenta de lista negra de ips de email
Exemplo de lista negra de IPs de Email na ferramenta MX Toolbox

Diga adeus ao spam com a GetResponse

Vimos 12 formas de evitar que o seu email seja considerado spam, mas a principal é contar com a GetResponse. Já digo o porquê.

A GetResponse é a principal plataforma de email marketing do mundo, presente em mais de dez países e com recursos muito valiosos em termos de automação e desempenho.

Acima de tudo, para aqueles que sofrem com insistentes idas ao spam, o recurso Spam Check evita cometer erros que tirem a escolha dos seus leads de abrirem ou não o email.

Caso queira conferir por conta própria e conhecer a plataforma de email marketing que acumula sucesso há mais de 20 anos, você consegue criar uma conta na GetResponse gratuitamente.

A partir disso, você tem 30 dias de avaliação gratuita e pode checar todas as muitas ferramentas disponíveis antes de tomar a decisão de contratar um plano pago ou não.

Portanto, caso queira saber mais, aceite o meu convite: crie a sua conta na GetResponse e permita que a plataforma surpreenda você!

FAQ – Perguntas Frequentes

O que a LGPD fala sobre spam?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não cita o spam dentro de suas diretrizes. Hoje, não há nenhuma lei que proíba ou puna indivíduos que agem de má fé e enviam spams.

A LGPD pede consentimento para enviar email?

Sim, a LGPD solicita o consentimento para utilizar o email marketing. Isso acontece porque o email se classifica como um dado pessoal sensível e, logo, manuseá-lo para fins de marketing requer a permissão do dono do email.

Como ver se o email vai parar no spam?

Não há como prever se a mensagem vai cair no spam, mas é possível checar se o conteúdo a ser enviado está correto ou não. Para isso, recomendamos o uso do Spam Checker, ferramenta disponível na GetResponse.

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Michal LeszczynskiMichal Leszczynski

Michal Leszczynski é um profissional experiente no desenvolvimento, na implementação e condução dos mais diversos projetos de marketing de conteúdo, atuando como Head de Marketing de Conteúdo e Parcerias na GetResponse. Ele tem uma trajetória de mais de 9 anos no marketing digital, com um diploma de Mestrado Científico em Marketing Estratégico e Consultoria pela Universidade de Birmingham (Reino Unido). Michal é o autor de mais de 100 artigos, ebooks e cursos da GetResponse e de outros sites renomados, como Crazy Egg e Social Media Today. Você o encontra no LinkedIn. Conheça mais sobre o Michal.

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